quinta-feira, 5 de maio de 2011
2- 100 questões do enem comentadas - Prof: Josias Maltez
Posted by Pavel Sampaio on 20:07. Enem,Matemática - No comments
1- 100 questões do enem comentadas - Prof: Josias Maltez
Posted by Pavel Sampaio on 19:58. Enem,Matemática - No comments
sexta-feira, 18 de março de 2011
UM ECLIPSE SOLAR 'DIFERENTE'
Posted by Pavel Sampaio on 00:46. Curiosidades - 1 comment
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| Eclipse Solar parcial visto pelo SDO (clique e amplie | 1601 X 921 pixels) |
O SDO - Solar Dynamics Observatory da NASA - Agência Espacial Americana é um satélite em órbita geossíncrona (que acompanha a rotação da Terra) mas que fica o tempo todo "olhando" para o Sol, ou seja, monitorando a nossa estrela.
Na maior parte do ano o Sol é visível o tempo todo pelo satélite. Mas nas datas próximas aos equinócios (20 ou 21 de março e 22 ou 23 de setembro) a captação de dados do Sol fica parcialmente interrompida uma vez por dia porque a Terra se coloca entre o Sol e o equipamento. Sendo assim, no referencial do SDO, temos um eclipse solar parcial provocado pelo nosso próprio planeta e não pela Lua. É examente o que está sendo mostrado na imagem acima onde a parte escura é justamente a região obstruída pela Terra. Belíssima imagem, não?
Site
quarta-feira, 16 de março de 2011
Eletroscópios
Posted by Pavel Sampaio on 14:22. Experiências 3° Ano - No comments
Eletroscópios Aparelho utilizado para indicar se o corpo está ou não eletrizado. Os eletroscópios mais utilizados são: pêndulo elétrico e eletroscópio de folhas.
Pêndulo elétrico
É formado por uma esfera que pode ser de isopor ou cortiça, esta esfera é presa em um fio de náilon que é preso em uma haste firme. Vejamos a ilustração:

Este pêndulo funciona como um indutor, pois se quisermos saber se certo corpo está ou não eletrizado, devemos aproximá-lo da esfera, ou seja, se a esfera continuar em repouso quer dizer que corpo é neutro, já se a esfera for atraída pelo corpo significa que o mesmo está eletrizado.
Eletroscópio de folhas
Com base na figura 1 podemos observar que o eletroscópio de folha é composto por uma haste metálica, que está presa a uma rolha de cortiça, já com base na figura 2 podemos observar que a rolha está dentro do recipiente de vidro.
Relembrando que o eletroscópio é usado para estabelecer a diferença entre um corpo neutro e um eletrizado.
Obs: usar papel lâminado no lugar da lâmina de ouro.
Pêndulo elétrico
É formado por uma esfera que pode ser de isopor ou cortiça, esta esfera é presa em um fio de náilon que é preso em uma haste firme. Vejamos a ilustração:

Este pêndulo funciona como um indutor, pois se quisermos saber se certo corpo está ou não eletrizado, devemos aproximá-lo da esfera, ou seja, se a esfera continuar em repouso quer dizer que corpo é neutro, já se a esfera for atraída pelo corpo significa que o mesmo está eletrizado.
Eletroscópio de folhas
Com base na figura 1 podemos observar que o eletroscópio de folha é composto por uma haste metálica, que está presa a uma rolha de cortiça, já com base na figura 2 podemos observar que a rolha está dentro do recipiente de vidro.Relembrando que o eletroscópio é usado para estabelecer a diferença entre um corpo neutro e um eletrizado.
Obs: usar papel lâminado no lugar da lâmina de ouro.
Massa Específica e Densidade
Posted by Pavel Sampaio on 13:58. Massa Específica e Densidade,Vídeos - No comments
quinta-feira, 10 de março de 2011
Identificar materiais condutores e isolantes
Posted by Pavel Sampaio on 22:19. Experiências 3° Ano - No comments
Como identificar os condutores e isolantes. Os materiais se classificam em condutores ou isolantes, dependendo da sua capacidade de conduzir ou não eletricidade.
Nosso objetivo é mostrar que com um simples experimento, podemos testar diversos materiais comuns e descobrir quais deles conduzem ou não corrente elétrica.
Contexto:
Os condutores de eletricidades são materiais que possuem elétrons livre em seu interior. Estes elétrons quando submetidos a uma diferença de potencial elétrico, se movem sob o efeito deste potencial. Por exemplo, os metais.
Já nos isolantes, as cargas elétricas do material estão em equilíbrio, atraíndo-se mutuamente. Portanto não há elétrons livres para compor o movimento. Por exemplo, os plásticos ou borrachas.
Idéia do Experimento:
Se fizermos fluir uma corrente elétrica em um circuito muito simples com uma pilha e uma lâmpada, esta acenderá. Se o circuito for interrompido a lâmpada apagará.
Então se a interrupção for preenchida com algum tipo de material condutor, a corrente elétrica será restabelecida e a lâmpada acenderá. Já no caso contrário, quando o material que for usado para fechar o circuito não tiver a propriedade de conduzir eletricidade, a lâmpada não acenderá.
Com esse método é possível identificar e classificar os materiais em isolantes e condutores.
Material:
* Um pedaço de fio condutor – Aproximadamente 10 cm de fio elétrico comum. Pode ser encontrado em casa de materiais elétricos ou eletrônicos ou então retirados de aparelhos elétricos ou eletrodomésticos fora de uso.
* Pilha – Uma pilha comum de 1.5 Volts será o suficiente.
* Uma lâmpada de lanterna – De preferência de 1.5 Volts.
* Materiais – Vários tipos de materiais poderão ser usados:
-Metais (pregos, pedaço de fios elétricos, arame, clips etc).
-Plásticos (réguas escolares, sacos de lixo, sacolas de supermercado, parte exterior de canetas, borrachas de apagar, pedaço de borracha de câmara de ar de bicicletas etc).
-Objetos caseiros (cinzeiros, pedras etc).
Porta Pilhas e Fios de Conexão (jacaré) Estes equipamento são opcionais. O funcionamento do experimento não será prejudicado na falta destes.
Montagem:
* Descasque as pontas de dois pedaços de fios elétricos.
* Ligue um pedaço de fio numa extremidade de uma pilha, por exemplo polo positivo.Veja figura (a).
* Ligue outro pedaço de fio à outra extremidade da pilha, (se você usou a sugestão acima agora será o negativo) e a um polo de uma lâmpada, por exemplo amarre na rosca da lâmpada. Veja figura (b).
* Encoste a extemidade do fio que está livre no outro contato da lâmpada (ponto metálico na parte de baixo da lâmpada), para testá-la. Ela deve acender.
* Coloque o fio que está encostado no ponto metálico sobre uma mesa. Sem que encoste na lâmpada.
* Sobre o fio que está na mesa, coloque algum dos materiais escolhidos.
* Sobre o material que está sobre o fio encoste o contato da lâmpada (ponto metálico no fundo da lâmpada), para fechar a conexão do circuito.
* Verifique se os contatos estão bem feitos e então verifique se a lâmpada acendeu ou não.
Comentários:
* Use fita adesiva para prender o fio na pilha.
* O pedaço de fio elétrico que ficará fixo entre uma extremidade da pilha e a lâmpada, deverá ter um pedaço maior de fio descascado na extremidade que ligará a lâmpada, para que seja possível amarrá-lo na rosca da lâmpada.
Esquema Geral de Montagem:
Físico Maluco
Nosso objetivo é mostrar que com um simples experimento, podemos testar diversos materiais comuns e descobrir quais deles conduzem ou não corrente elétrica.
Contexto:
Os condutores de eletricidades são materiais que possuem elétrons livre em seu interior. Estes elétrons quando submetidos a uma diferença de potencial elétrico, se movem sob o efeito deste potencial. Por exemplo, os metais.
Já nos isolantes, as cargas elétricas do material estão em equilíbrio, atraíndo-se mutuamente. Portanto não há elétrons livres para compor o movimento. Por exemplo, os plásticos ou borrachas.
Idéia do Experimento:
Se fizermos fluir uma corrente elétrica em um circuito muito simples com uma pilha e uma lâmpada, esta acenderá. Se o circuito for interrompido a lâmpada apagará.
Então se a interrupção for preenchida com algum tipo de material condutor, a corrente elétrica será restabelecida e a lâmpada acenderá. Já no caso contrário, quando o material que for usado para fechar o circuito não tiver a propriedade de conduzir eletricidade, a lâmpada não acenderá.
Com esse método é possível identificar e classificar os materiais em isolantes e condutores.
Material:
* Um pedaço de fio condutor – Aproximadamente 10 cm de fio elétrico comum. Pode ser encontrado em casa de materiais elétricos ou eletrônicos ou então retirados de aparelhos elétricos ou eletrodomésticos fora de uso.
* Pilha – Uma pilha comum de 1.5 Volts será o suficiente.
* Uma lâmpada de lanterna – De preferência de 1.5 Volts.
* Materiais – Vários tipos de materiais poderão ser usados:
-Metais (pregos, pedaço de fios elétricos, arame, clips etc).
-Plásticos (réguas escolares, sacos de lixo, sacolas de supermercado, parte exterior de canetas, borrachas de apagar, pedaço de borracha de câmara de ar de bicicletas etc).
-Objetos caseiros (cinzeiros, pedras etc).
Porta Pilhas e Fios de Conexão (jacaré) Estes equipamento são opcionais. O funcionamento do experimento não será prejudicado na falta destes.
Montagem:
* Descasque as pontas de dois pedaços de fios elétricos.
* Ligue um pedaço de fio numa extremidade de uma pilha, por exemplo polo positivo.Veja figura (a).
* Ligue outro pedaço de fio à outra extremidade da pilha, (se você usou a sugestão acima agora será o negativo) e a um polo de uma lâmpada, por exemplo amarre na rosca da lâmpada. Veja figura (b).
* Encoste a extemidade do fio que está livre no outro contato da lâmpada (ponto metálico na parte de baixo da lâmpada), para testá-la. Ela deve acender.
* Coloque o fio que está encostado no ponto metálico sobre uma mesa. Sem que encoste na lâmpada.
* Sobre o fio que está na mesa, coloque algum dos materiais escolhidos.
* Sobre o material que está sobre o fio encoste o contato da lâmpada (ponto metálico no fundo da lâmpada), para fechar a conexão do circuito.
* Verifique se os contatos estão bem feitos e então verifique se a lâmpada acendeu ou não.
Comentários:
* Use fita adesiva para prender o fio na pilha.
* O pedaço de fio elétrico que ficará fixo entre uma extremidade da pilha e a lâmpada, deverá ter um pedaço maior de fio descascado na extremidade que ligará a lâmpada, para que seja possível amarrá-lo na rosca da lâmpada.
Esquema Geral de Montagem:
Físico Maluco
terça-feira, 8 de março de 2011
Raios e trovões
Posted by Pavel Sampaio on 01:20. Curiosidades - No comments
O trovão, estrondo que acompanha o raio, é uma explosão que acontece devido à alta temperatura da faísca elétrica.
O calor altíssimo do raio agita as moléculas de ar a sua volta, expandindo-as com grande velocidade, o que causa o barulho. Normalmente o som é ouvido bem depois do clarão porque a velocidade da luz (em que viaja o raio) é muito maior que a do som, que se propaga através do ar.
Para ter uma noção da distância em que aconteceu o raio, basta começar a contar os segundos após ver o traço de luz. Assim que o trovão for ouvido, divide-se o número de segundos por três. O resultado é a distância aproximada em quilômetros em que aconteceu o fenômeno.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Pequeno histórico da eletrostática
Posted by Pavel Sampaio on 17:17. Eletrostática Introdução - No comments
Já havia algumas descrições isoladas sobre a eletricidade, na época da Grécia. Tales de Mileto (640?-546 A.C.) descreveu que friccionado, o âmbar adquiria a propriedade de atrair corpos leves. Também Teofrasto, na sua descrição sobre jóias, tabelou os nomes de outros minérios que se carregavam de 'eletricidade' através de fricção.
No início, pela semelhança aparente de sua ação com a do magnetismo, foram às vezes confundidas. Suas diferenças foram esclarecidas primeiramente por Cardano (1501-1576).
No início, pela semelhança aparente de sua ação com a do magnetismo, foram às vezes confundidas. Suas diferenças foram esclarecidas primeiramente por Cardano (1501-1576).
No século XVII, Boyle tratou o problema da atração elétrica e demonstrou que esta se propaga também no vácuo. Até essa época, não se conhecia a repulsão elétrica, que foi descoberta depois, por Von Guericke (1602-1686). Ele inventou o gerador de fricção, bastante primitivo, que consistia em produzir eletricidade pelo contato da mão com uma esfera girante de enxofre.
No século XVIII, o desenvolvimento desse ramo foi acelerado rapidamente. Gray (1670?-1736) introduziu o conceito de condutibilidade elétrica, Du Fay (1698-1739) descobriu que não só alguns minérios, além do âmbar, mas todos os corpos isolados carregavam-se de eletricidade pela fricção e também a existência de duas espécies de eletricidade, a positiva e a negativa. [A denominação, positiva e negativa, foi introduzida em 1747 por Franklin (1706-1790).] Em 1745 foi descoberta a 'garrafa de Leiden', por Kleist (?-1748), e em 1746 por van Musschenbroeck (1692-1761). A eletricidade atmosférica, a piroeletricidade, eletricidade dos animais, a indução eletrostática, o eletroscópio etc. foram descobertos na segunda metade do século XVIII.
Acumulando essas descrições classificadas, começaram a ser examinadas as suas propriedades comuns e a obterem-se leis entre elas; de fato, em 1785, foi descoberta por Coulomb (1736-1806) uma lei quantitativa em que a força entre duas cargas elétricas é proporcional ao produto das quantidades de eletricidade, e inversamente ao quadrado da distância entre elas. As pilhas foram inventadas na mesma época pelas pesquisas de Galvani (1737-1798) e Volta (1745-1827) e melhoradas por Daniell (1790-1845), Grove (1811-1896), Bunsen (1811-1899) e outros. Isso possibilitou a obtenção da corrente elétrica estacionária e, desde então, a pesquisa da eletrologia desenvolveu-se rapidamente.
A ação química da corrente elétrica foi descoberta por Faraday (1791-1867) em 1833.
Acumulando essas descrições classificadas, começaram a ser examinadas as suas propriedades comuns e a obterem-se leis entre elas; de fato, em 1785, foi descoberta por Coulomb (1736-1806) uma lei quantitativa em que a força entre duas cargas elétricas é proporcional ao produto das quantidades de eletricidade, e inversamente ao quadrado da distância entre elas. As pilhas foram inventadas na mesma época pelas pesquisas de Galvani (1737-1798) e Volta (1745-1827) e melhoradas por Daniell (1790-1845), Grove (1811-1896), Bunsen (1811-1899) e outros. Isso possibilitou a obtenção da corrente elétrica estacionária e, desde então, a pesquisa da eletrologia desenvolveu-se rapidamente.
A ação química da corrente elétrica foi descoberta por Faraday (1791-1867) em 1833.
Apostila Cinemática / Conceitos e Velocidade
Posted by Pavel Sampaio on 15:39. Apostila - No comments
Posted by Pavel Sampaio on 13:35. Introdução - No comments
O que é cinemática?
Cinemática é o estudo dos movimentos sem a preocupação com as suas causas.
A cinemática é o passo inicial da física, a primeira matéria que aprendemos no colégio nas aulas de física.
Como está dividida a cinemática?
Está dividida em movimento retilíneo uniforme, movimento retilíneo uniformemente variado, movimento de queda livre e movimento circular uniforme.
O que é importante relembrar?
Como não nos preocupamos com as causas do movimento, não há forças externas, a gravidade é constante, assim como a aceleração.
O que procuramos ao estudar a cinemática?
Podemos procurar quatro coisas.
Cinemática é o estudo dos movimentos sem a preocupação com as suas causas.
A cinemática é o passo inicial da física, a primeira matéria que aprendemos no colégio nas aulas de física.
Como está dividida a cinemática?
Está dividida em movimento retilíneo uniforme, movimento retilíneo uniformemente variado, movimento de queda livre e movimento circular uniforme.
O que é importante relembrar?
Como não nos preocupamos com as causas do movimento, não há forças externas, a gravidade é constante, assim como a aceleração.
O que procuramos ao estudar a cinemática?
Podemos procurar quatro coisas.
- Deslocamento de uma partícula
- Tempo levado para ocorrer um deslocamento
- Velocidade média ou instantânea de uma partícula
- Aceleração de uma partícula
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Apresentação
Posted by Pavel Sampaio on 21:28. - No comments
Bem vindo caros alunos...
Esta ferramenta vai dinamizar nossas aulas, além de dá mais agilidades a parte burocrática..
Esta ferramenta vai dinamizar nossas aulas, além de dá mais agilidades a parte burocrática..





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